Por que jogamos: a visão da Ludofun em 2026
Quando comecei a Ludofun, em 2018, o cenário brasileiro de jogos de tabuleiro modernos era muito menor. Lojistas contavam nos dedos. Editoras nacionais, idem. A maioria dos brasileiros que jogava algo "moderno" tinha topado com isso meio por acaso.
Em 2026, a história é outra. Mas não tão diferente quanto a gente queria.
O mercado cresceu — mas pode crescer mais
Hoje temos talvez 180 mil jogadores ativos no Brasil. Parece muito, mas é menos de 0,1% da população. Nos EUA, esse número proporcional é 10x maior. Na Alemanha, 30x.
A diferença não é cultural — é de acesso e familiaridade. Quando alguém joga um bom jogo moderno pela primeira vez, raramente volta pra Banco Imobiliário sem revolta.
O que a Ludofun se propõe
Esse é o nosso trabalho:
- Reduzir a fricção entre o jogo certo e a pessoa certa. Curadoria honesta, descrição clara, suporte presente.
- Tornar a localização um ato editorial, não uma tradução automática. Cada palavra é escolhida pra sentido cultural, não correspondência seca.
- Construir comunidade, não vender unidades. Pessoas que jogam juntas voltam mais. Quem joga sozinha desiste.
O que vem em 2026
Nos próximos meses:
- 3 lançamentos que vamos publicar com cuidado especial — incluindo nosso primeiro título original brasileiro.
- Programa de Community Player ganhando estrutura: encontros mensais em SP/RJ/POA, PnPs gratuitos pra cada jogo, FAQs revisadas pela comunidade.
- Ludomag virando publicação séria — você está lendo o segundo número.
Obrigado por estar aqui.