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Ludomag6 min de leitura·02 de mai. de 2026

Por que jogamos: a visão da Ludofun em 2026

Em um ano de transformações no mercado brasileiro de jogos de tabuleiro, refletimos sobre o papel da Ludofun e os caminhos pra frente.

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Rafael Verri
02 de mai. de 2026

Por que jogamos: a visão da Ludofun em 2026

Quando comecei a Ludofun, em 2018, o cenário brasileiro de jogos de tabuleiro modernos era muito menor. Lojistas contavam nos dedos. Editoras nacionais, idem. A maioria dos brasileiros que jogava algo "moderno" tinha topado com isso meio por acaso.

Em 2026, a história é outra. Mas não tão diferente quanto a gente queria.

O mercado cresceu — mas pode crescer mais

Hoje temos talvez 180 mil jogadores ativos no Brasil. Parece muito, mas é menos de 0,1% da população. Nos EUA, esse número proporcional é 10x maior. Na Alemanha, 30x.

A diferença não é cultural — é de acesso e familiaridade. Quando alguém joga um bom jogo moderno pela primeira vez, raramente volta pra Banco Imobiliário sem revolta.

O que a Ludofun se propõe

Esse é o nosso trabalho:

  1. Reduzir a fricção entre o jogo certo e a pessoa certa. Curadoria honesta, descrição clara, suporte presente.
  2. Tornar a localização um ato editorial, não uma tradução automática. Cada palavra é escolhida pra sentido cultural, não correspondência seca.
  3. Construir comunidade, não vender unidades. Pessoas que jogam juntas voltam mais. Quem joga sozinha desiste.

O que vem em 2026

Nos próximos meses:

  • 3 lançamentos que vamos publicar com cuidado especial — incluindo nosso primeiro título original brasileiro.
  • Programa de Community Player ganhando estrutura: encontros mensais em SP/RJ/POA, PnPs gratuitos pra cada jogo, FAQs revisadas pela comunidade.
  • Ludomag virando publicação séria — você está lendo o segundo número.

Obrigado por estar aqui.

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#ludofun#visão#2026